Literatura
Questões de Eu Lírico e Subjetividade Poética
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Idealismo Falas de amor, e eu ouço tudo e calo! O amor da Humanidade é uma mentira. É. E é por isso que na minha lira De amores fúteis poucas vezes falo. O amor! Quando virei por fim a amá-lo?! Quando
Texto Retrato Eu não tinha este rosto de hoje, assim calmo, assim triste, assim magro, nem estes olhos tão vazios, nem o lábio tão amargo. [5] Eu não tinha estas mãos tão sem força, Tão paradas e f
Como quando do mar tempestuoso O marinheiro, lasso e trabalhado 1 , Dum naufrágio cruel já salvo a nado, Só ouvir falar nele o faz medroso, E jura que, em que 2 veja bonançoso 3 O violento mar, e sossegad
Leia o poema abaixo, de Elisa Lucinda. Escrito d’água Toda lágrima devia virar palavra assim ela secava na forma certa do sentido. Toda dor e seu alarido devia tornar-se testemunha daquilo que, doído
Girassol da madrugada Teu dedo curioso me segue lento no rosto Os sulcos, as sombras machucadas por onde a [vida passou. Que silêncio, prenda minha... Que desvio triunfal [da verdade, Que círculo
Dor elegante Paulo Leminski Um homem com uma dor É muito mais elegante Caminha assim de lado Com se chegando atrasado Chegasse mais adiante Carrega o peso da dor Como se portasse medalhas
CARIDADE Desfolha-se a rosa. Parece até que floresce O chão cor-de-rosa. ALMEIDA, Guilherme de. Disponível em: https://www.casaguilhermedealmeida. org.br. Acesso em: set. 2022. Nesses versos, o sujeito
Leia o trecho abaixo, do livro O teatro épico, de Anatol Rosenfeld. “O gênero lírico foi mais acima definido como sendo o mais subjetivo: no poema lírico uma voz central exprime um estado de alma e o traduz por
Texto A Outra ontem eu era outra quando vim aqui outra paisagem [5] embora sempre o seu aqui o mesmo olhar de cada vez primeiro [10] mesmo as pedras mais pedras menos que mesmas
Texto Retrato Eu não tinha este rosto de hoje, assim calmo, assim triste, assim magro, nem estes olhos tão vazios, nem o lábio tão amargo. [5] Eu não tinha estas mãos tão sem força, Tão paradas e f
Como quando do mar tempestuoso O marinheiro, lasso e trabalhado 1 , Dum naufrágio cruel já salvo a nado, Só ouvir falar nele o faz medroso, E jura que, em que 2 veja bonançoso 3 O violento mar, e sossegad
Leia o poema de Francisco Alvim para responder à questão Também, aliás, apenas Sai Passeia Faz o que quer Depois volta Eu lá sentada Nunca mais Se eu fosse homem também queria morar junto alguém q
“Poema à bem-amada Amada, não penses, escutemos a chuva que o inverno chegou. Sejamos as árvores que Deus semeou sem nunca O ouvir, sem nunca O olhar serenos, morramos sem nos separar.” LIMA, Jorge de.
TEXTO: Inscrição Sou entre flor e nuvem, estrela e mar. Por que havemos de ser unicamente humanos, limitados em chorar? [5] Não encontro caminhos fáceis de andar Meu rosto vário desorienta as fi
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