Literatura
Questões de Eu Lírico e Subjetividade Poética
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Duelo Eduardo Cajueiro Razão e emoção: grande duelo. A qual das duas eu recorro mais? E qual das duas por certo me traz A estabilidade por que zelo? “Tens que ser forte”, diz-me a tal razão. “Foge
Texto Certidão de óbito Os ossos de nossos antepassados colhem as nossas perenes lágrimas pelos mortos de hoje. Os olhos de nossos antepassados, negras estrelas tingidas de sangue, elevam-se das
Duelo Eduardo Cajueiro Razão e emoção: grande duelo. A qual das duas eu recorro mais? E qual das duas por certo me traz A estabilidade por que zelo? “Tens que ser forte”, diz-me a tal razão. “Foge
Leia o poema de Vinícius de Moraes (2006, p. 244). Dialética É claro que a vida é boa E a alegria, a única indizível emoção É claro que te acho linda Em ti bendigo o amor das coisas simples É claro que te
Leia o poema a seguir. Tenho quebrado copos é o que tenho feito raramente me machuco embora uma vez sim uma vez quebrei um copo com as mãos era frágil demais foi o que pensei era feito para quebrar-se foi
A figura do andarilho é uma constante na obra de Manoel de Barros. Geralmente, em seus poemas, o andarilho representa a despersonalização do indivíduo e o despojamento, como forma originária do poético. Em O livro sobr
TEXTO A leitura do poema permite afirmar corretamente que o eu lírico
Texto Retrato Eu não tinha este rosto de hoje, assim calmo, assim triste, assim magro, nem estes olhos tão vazios, nem o lábio tão amargo. [5] Eu não tinha estas mãos tão sem força, Tão paradas e f
Leia o poema do amor que me torna capaz, de Tião Pinheiro, para responder a QUESTÃO . do amor que me torna capaz no balanço da rede a lua espia lembranças de antes e do agora viver, da dor que não se qu
É preciso saber viver Quem espera que a vida Seja feita de ilusão Pode até ficar maluco Ou morrer na solidão É preciso ter cuidado Para mais tarde não sofrer É preciso saber viver Toda pedra do caminho
Considere o poema Seiscentos e sessenta e seis, de Mario Quintana. Seiscentos e sessenta e seis A vida é uns deveres que nós trouxemos para fazer em casa. Quando se vê, já são 6 horas: há tempo... Quando se vê
Texto Retrato Eu não tinha este rosto de hoje, assim calmo, assim triste, assim magro, nem estes olhos tão vazios, nem o lábio tão amargo. [5] Eu não tinha estas mãos tão sem força, Tão paradas e f
Leia o poema de Leonor de Almeida Portugal Lorena e Lencastre, também conhecida como Marquesa de Alorna, para responder à questão. Retratar a tristeza em vão procura Quem na vida um só pesar não sente, Porque sem
Dor elegante Paulo Leminski Um homem com uma dor É muito mais elegante Caminha assim de lado Com se chegando atrasado Chegasse mais adiante Carrega o peso da dor Como se portasse medalhas Um
Leia o soneto do poeta português Manuel Maria Barbosa du Bocage. De cima dessas pedras escabrosas¹, Que pouco a pouco as ondas têm minado, Da lua com o reflexo prateado Distingo de Marília as mãos formosas. Ah!, que l
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