Literatura
Questões de Poética e Versificação
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TEXTO: O outro só quero o que não o que nunca o inviável o impossível não quero o que já o que foi o vencido o plausível só quero o que ainda o que atiça o i
Texto Adeus, meu Canto Adeus, meu canto! É a hora da partida... O oceano do povo s’encapela. Filho da tempestade, irmão do raio, Lança teu grito ao vento da procela. O inverno envolto em mantos de ge
Leia o soneto de Florbela Espanca para responder à questão. Não ser Quem me dera voltar à inocência Das coisas brutas, sãs, inanimadas, Despir o vão orgulho, a incoerência: — Mantos rotos de estátuas mutilad
À garrafa Contigo adquiro a astúcia de conter e de conter-me. Teu estreito gargalo é uma lição de angústia. Por translúcida pões o dentro fora e o fora dentro para que a forma se cumpra
Dentre as alternativas abaixo, assinale aquela que apresenta uma narração e, por isso, exemplifica o gênero épico:
Leia o poema a seguir para responder à questão. Poema A poesia está guardada nas palavras - é tudo que eu sei. Meu fado é o de não saber quase tudo. Sobre o nada eu tenho profundidades. Não tenho conexões
Leia o poema a seguir para responder à questão. Canção Pus o meu sonho num navio E o navio em cima do mar; - depois, abrio mar com as mãos, Para o meu sonho naufragar. Minhas mãos ainda estão molhadas
Instrução: A questão referem-se ao poema Canção para uma valsa lenta, de Mario Quintana, reproduzido abaixo. Canção para uma valsa lenta Minha vida não foi um romance... Nunca tive até hoje um segredo.
“E, tristíssima Helena, com verdade, Se pudera na terra achar suplícios, Eu também me faria gordo frade E cobriria a carne de cilícios” (VERDE, José Joaquim. O Livro de Cesário Verde. Disponível em: <htt
Leia os trechos abaixo, pertencentes à Lira 31, de Tomás Antônio Gonzaga, indicado como leitura obrigatória: Vou retratar a Marília, A Marília, meus amores, Porém como, se eu não vejo Quem me empreste as finas
Soneto de fidelidade De tudo ao meu amor serei atento Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto Que mesmo em face do maior encanto Dele se encante mais meu pensamento. Quero vivê‐lo em cada vão momento
INSTRUÇÃO: Para responder à questão, leia o poema “Mar português”. Ó mar salgado, quanto do teu sal São lágrimas de Portugal! Por te cruzarmos, quantas mães choraram, Quantos filhos em vão rezaram! Quantas
A Rua dos Cataventos Da vez primeira em que me assassinaram, Perdi um jeito de sorrir que eu tinha. Depois, a cada vez que me mataram, Foram levando qualquer coisa minha. Hoje, dos meus cadáveres eu sou
Poema I Dois e dois são quatro [1] Como dois e dois são quatro Sei que a vida vale a pena Embora o pão seja caro [4] E a liberdade, pequena Como teus olhos são claros E a tua pele, morena [7]
Texto 1 : O Cio da Terra (Pena Branca e Xavantinho) Debulhar o trigo Recolher cada bago do trigo Forjar no trigo o milagre do pão E se fartar de pão Decepar a cana Recolher a garapa da cana Rouba
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