Literatura
Questões de Poética e Versificação
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No jardim Sob o sol quente, no jardim flamejante a varejeira rebrilha, joia viva. O poder de Deus me aterra em sua inércia. Não vai impedir a mosca de botar seus ovos sobre a língua defunta que Lhe cantou
Texto 1 A MARIA DOS POVOS, SUA FUTURA ESPOSA Discreta e formosíssima Maria, Enquanto estamos vendo a qualquer hora, Em tuas faces a rosada Aurora, Em teus olhos e boca o Sol, e o dia.
Leia o poema “Morte do leiteiro” de Carlos Drummond de Andrade e responda à questão. MORTE DO LEITEIRO A Cyro Novaes [1] Há pouco leite no país, [2] é preciso entregá-lo cedo. [3] Há muita sede no país,
Leia o poema a seguir para responder à questão. Catar feijão Catar feijão se limita com escrever: Joga-se os grãos na água do alguidar E as palavras na folha de papel; E depois, joga-se fora o que boiar.
A Possêidon Dádivas colhi do mar e a Possêidon, meu canto. Se a terra adormece e estéril é seu repouso, Avanças, poderoso! O fundamento das coisas estremece, Rochedos fendem-se, crispa-se o arvoredo. Mais qu
Leia o poema de Camilo Pessanha para responder à questão. Eu via a luz em um país perdido. A minha alma é lânguida 1 e inerme 2 . Oh! Quem pudesse deslizar sem ruído! No chão sumir-se, como faz um verme... (
Tenho apenas duas mãos e o sentimento do mundo, mas estou cheio de escravos, minhas lembranças escorrem e o corpo transige na confluência do amor. Quando me levantar, o céu estará morto e saqueado,
Dor elegante Paulo Leminski Um homem com uma dor É muito mais elegante Caminha assim de lado Com se chegando atrasado Chegasse mais adiante Carrega o peso da dor Como se portasse medalhas Um
Leia o poema a seguir para responder à questão. Catar feijão Catar feijão se limita com escrever: Joga-se os grãos na água do alguidar E as palavras na folha de papel; E depois, joga-se fora o que boiar.
Num bar abaixo do Equador às cinco da manhã escrevo meu último poema Arrisco-o ao azar do sangue sobre a mesa mapa de crises cicatrizes moscas Gravo-o fala de mim demão e nódoa nós e tábua
Um homem doente faz a oração da manhã Pelo sinal da Santa Cruz, chegue até Vós meu ventre dilatado e Vos comova, Senhor, meu mal sem cura. Inauguro o dia, eu que ao meu crédito explico que passei em claro a tr
Leia o poema a seguir para responder à questão. Canção Pus o meu sonho num navio E o navio em cima do mar; - depois, abrio mar com as mãos, Para o meu sonho naufragar. Minhas mãos ainda estão molhadas
Noite. E eu só, sempre só. Descabeladas, fora, gemem as árvores; o vento tem um soluço de arrependimento; farfalham folhas murchas arrastadas... Pesa em tudo um cansaço. Andam pasmadas as nuvens, a vagar
Texto Prefácio Quem fez esta manhã, quem penetrou À noite os labirintos do tesouro, Quem fez esta manhã predestinou Seus temas a paráfrases do touro, As traduções do cisne: fê-la para Abandonar-se a
Leia abaixo o soneto de Gregório de Matos Guerra, e Poesia , de Carlos Drummond de Andrade. A certa personagem desvanecida Um soneto começo em vosso gabo: Contemos esta regra por primeira; Já lá vão duas,
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