Texto Morte do Vaqueiro Luiz Gonzaga e Nélson Barbalho Ei, gado, oi.... Numa tarde bem tristonha Gado muge sem parar Lamentando seu vaqueiro<br
ResolverLiteratura
447 questões
31sProf. Nono Estudio
53sProf. Nono Estudio
1mProf. Rafael Silva
2m
2mProf. ENEM EM 3 MINUTOS
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Texto Morte do Vaqueiro Luiz Gonzaga e Nélson Barbalho Ei, gado, oi.... Numa tarde bem tristonha Gado muge sem parar Lamentando seu vaqueiro<br
ResolverAnalise: Eu vou te contar que você não me conhece, E eu tenho que gritar isso porque você está surdo e não Me ouve. A sedução me escraviza a você Ao fim de tudo você permanece comigo mas preso ao que
ResolverO eu lírico é a voz que fala no poema, isto é, a instância que expressa sentimentos, percepções, memórias e reflexões dentro do texto poético. Já a subjetividade poética diz respeito à forma como essa voz organiza a experiência de modo pessoal, simbólico e sensível, sem que isso seja necessariamente a opinião direta do autor. Esse tópico envolve identificar quem fala no poema, como os sentimentos são construídos e de que maneira imagens, metáforas e escolhas de linguagem revelam uma visão particular do mundo.
Esse conteúdo é muito importante para vestibulares porque aparece com frequência na interpretação de poemas e na análise de recursos expressivos, especialmente em provas como ENEM, UNESP e as universidades estaduais e regionais citadas. Saber diferenciar autor, eu lírico e narrador evita erros comuns e ajuda a compreender o sentido global do texto. Nos estudos, vale focar na leitura atenta do poema, na identificação de marcas de subjetividade, no efeito das figuras de linguagem e na relação entre forma e conteúdo. Também é essencial perceber como o poema transforma experiências individuais em reflexão universal, algo muito cobrado em questões interpretativas.
Não vês, Lise, brincar esse menino Com aquela avezinha? Estende o braço, Deixa-a fugir, mas apertando o laço, A condena outra vez ao seu destino. Nessa mesma figura, eu imagino, Tens minha liberdade,
ResolverTexto Retrato Eu não tinha este rosto de hoje, assim calmo, assim triste, assim magro, nem estes olhos tão vazios, nem o lábio tão amargo. [5] Eu não tinha estas mãos tão sem força, Tão paradas
ResolverI. Houve tempo em que os meus olhos Gostavam do sol brilhante, E do negro véu da noite, E da aurora cintilante. [...] Oh! Quadra tão feliz! — Se ouvia a brisa Nas fol
ResolverLeia o texto a seguir. O GÊNIO E A ARTE A Theodoro e Cezar [1] – Quem bate à porta do pobre? [2] – Abri, não tenhais receio, [3] Eu venho de fome cheio, [4] Quero pedir-vos um pão... [5] Andei
ResolverEu queria tanto ser um poeta maldito a massa sofrendo enquanto eu profundo medito eu queria tanto ser um poeta social rosto queimado pelo hálito das multidões em vez</
ResolverO texto a seguir refere-se a questão. MOTIVO Eu canto porque o instante existe E a minha vida está completa. Não sou alegre nem sou triste: Sou poeta. Irmão das coisas fugidias, Não sinto gozo nem tor
ResolverTEXTO: O outro só quero o que não o que nunca o inviável o impossível não quero o que já o que foi o vencido
ResolverTEXTO Queimada À fúria da rubra língua do fogo na queimada envolve e lambe o campinzal estiolado em focos fenos sinal. É um correr desesperado de animais silvestres o q
ResolverLeia o Poema: Não te aflijas com a pétala que voa: também é ser, deixar de ser assim. Rosas verás, só de cinza franzida, mortas intactas pelo teu jardim. Eu deixo aroma até nos meus espinhos, ao longe
ResolverPara responder à questão, leia a letra da canção “Foi um rio que passou em minha vida”, de Paulinho da Viola, gravada em 1970. Se um dia Meu coração for consultado Para saber se andou errado Será difí
ResolverCRUCIFIXO É um crucifixo de marfim Ligeiramente amarelado, Pátina do tempo escoado. Sempre o vi patinado assim. Mãe, irmã, pai meus estreitado Tiveram-no ao chegar o fim.
ResolverTexto II Os ombros suportam o mundo Chega um tempo em que não se diz mais: meu [Deus. Tempo de absoluta depuração. <d
ResolverConsidere o poema ao lado, “A cantiga”, de Adélia Prado: “Ai cigana ciganinha, ciganinha, meu amor”. Quando escutei essa cantiga era hora do almoço, há muitos anos. A voz da mulher cantando vinha de u
ResolverLeia o poema de Thiago de Mello para responder à questão. Milagre que dói De que me vale a mordida inútil da indignação perante a fome que fere a vida da multidão de deserdados do mundo? De que me val
ResolverNunca conheci quem tivesse levado porrada. Todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo. E eu, tantas vezes reles, tantas vezes porco, tantas vezes vil, Eu tantas vezes irrespondivelmente parasi
ResolverTexto I A Rede Véia Luiz Queiroga e Cel. Ludugero Eu tava com a Felomena Ela quis se refrescar O calor tava malvado Ninguém podia aguentar [5] Ela disse meu Lundru Nós vamos se bala
ResolverLeia o soneto de Florbela Espanca para responder à questão. Não ser Quem me dera voltar à inocência Das coisas brutas, sãs, inanimadas, Despir o vão orgulho, a incoerência: — Mantos rotos de estátuas
ResolverAssinale a alternativa cujo fragmento citado traz na voz poética um tom memorialístico predominantemente marcado pela saudade e pela nostalgia.
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