O apanhador de desperdícios Uso a palavra para compor meus silêncios. Não gosto das palavras fatigadas de informar. Dou mais respeito às que vivem de barriga no chão tipo água pedra sapo. Entendo bem
ResolverLiteratura
447 questões
31sProf. Nono Estudio
53sProf. Nono Estudio
1mProf. Rafael Silva
2m
2mProf. ENEM EM 3 MINUTOS
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O apanhador de desperdícios Uso a palavra para compor meus silêncios. Não gosto das palavras fatigadas de informar. Dou mais respeito às que vivem de barriga no chão tipo água pedra sapo. Entendo bem
ResolverTEXTO Como eu não possuo Mário de Sá Carneiro Olho em volta de mim. Todos possuem — Um afecto, um sorriso ou um abraço. Só para mim as ânsias se diluem<b
ResolverO eu lírico é a voz que fala no poema, isto é, a instância que expressa sentimentos, percepções, memórias e reflexões dentro do texto poético. Já a subjetividade poética diz respeito à forma como essa voz organiza a experiência de modo pessoal, simbólico e sensível, sem que isso seja necessariamente a opinião direta do autor. Esse tópico envolve identificar quem fala no poema, como os sentimentos são construídos e de que maneira imagens, metáforas e escolhas de linguagem revelam uma visão particular do mundo.
Esse conteúdo é muito importante para vestibulares porque aparece com frequência na interpretação de poemas e na análise de recursos expressivos, especialmente em provas como ENEM, UNESP e as universidades estaduais e regionais citadas. Saber diferenciar autor, eu lírico e narrador evita erros comuns e ajuda a compreender o sentido global do texto. Nos estudos, vale focar na leitura atenta do poema, na identificação de marcas de subjetividade, no efeito das figuras de linguagem e na relação entre forma e conteúdo. Também é essencial perceber como o poema transforma experiências individuais em reflexão universal, algo muito cobrado em questões interpretativas.
TEXTO: Dois loucos no bairro um passa os dias chutando postes para ver se acendem o outro as noites apagando palavras [5] contra um papel branco todo bairro tem um lo
ResolverFiz uma canção para dar-te; porém tu já estavas morrendo. A Morte é um poderoso vento. E é um suspiro tão tímido, a Arte... [...] E agora fecho grandes portas sobre a canção que chegou tarde. E sofro
ResolverO poema abaixo é de Cecília Meireles: Epigrama 8 Encostei-me em ti, sabendo bem que eras somente onda. Sabendo bem que eras nuvem, depus minha vida em ti. Como sabia bem tudo isso, e dei-me ao teu des
ResolverA relação do ser humano com o mundo pode estabelecer-se por meio da ruptura entre o indivíduo e o lugar por ele ocupado. Em busca de equilíbrio e de afirmação em relação à experiência moderna, esse su
ResolverTEXTO: Os mares, minha bela, não se movem; o brando norte assopra, nem diviso uma nuvem sequer na esfera toda; o destro nauta aqui não é preciso; [5] eu só conduzo a nau, eu só modero do seu governo a
Resolver“Eu queria que as palavras me gorjeassem”. (Manoel de Barros). Assinale a alternativa onde se encontra a correta interpretação para esse verso do poeta pantaneiro.
ResolverMinha vida é andar Por esse país Pra ver se um dia Descanso feliz Guardando as recordações Das terras onde passei Andando pelos sertões E dos amigos que lá deixei <sma
ResolverTEXTO 1 Poema de sete faces [1] Quando nasci, um anjo torto desses que vivem na sombra disse: Vai, Carlos! ser gauche na vida. As casas espiam os homens [5] que
ResolverTexto para as questão Leitura Era um quintal ensombrado, murado alto de pedras. As macieiras tinham maçãs temporãs, a casca vermelha do escuríssimo vinho, o gosto caprichado das coisas fora do seu tem
ResolverLeia o poema a seguir para responder à questão. Poema A poesia está guardada nas palavras - é tudo que eu sei. Meu fado é o de não saber quase tudo. Sobre o nada eu tenho profundidades. Não tenho cone
ResolverINTERROGAÇÃO Não sei se isto é amor. Procuro o teu olhar, Se alguma dor me fere, em busca de um abrigo; E apesar disso, crês? nunca pensei num lar Onde fosses feliz, e eu feliz contigo. Por ti nunca
ResolverSentimento do mundoTenho apenas duas mãose o sentimento do mundo,mas estou cheio de escravos,minhas lembranças escorreme o corpo transigena confluência do amor.[...]Os camaradas não disseramque havia
ResolverO pavão vermelho Ora, a alegria, este pavão vermelho, está morando em meu quintal agora. Vem pousar como um sol em meu joelho quando é estridente em meu quintal a aurora. Clarim de lacre, este pavão
ResolverInstrução: A questão referem-se ao poema Canção para uma valsa lenta, de Mario Quintana, reproduzido abaixo. <img src="
ResolverLeia o trecho do poema de Ruth do Carmo, extraído do livro Sobre Vida. Tio Meu tio está velho e não entende o que se fala (ouve menos) mas está aqui, ali, se
ResolverTEXTO 2 Alma minha gentil, que te partiste Tão cedo desta vida, descontente, Repousa lá no céu eternamente E viva eu cá na terra sempre triste. Se lá no assento etéreo, onde subiste, <div
ResolverLeia o Poema: Lá vem o acendedor de lampiões da rua! Este mesmo que vem infatigavelmente, Parodiar o sol e associar-se à lua Quando a sombra da noite enegrece o poente! Um, dois, três lampiões, acende
ResolverLeia o poema de Luís de Camões para responder à questão Tanto de meu estado me acho incerto que, em vivo ardor, tremendo estou de frio; sem causa, justamente choro e rio; o mundo todo abarco e nada ap
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