Fala aos inconfidentes mortos [1] Treva da noite, lanosa capa nos ombros curvos [4] dos altos montes aglomerados... Agora, tudo [7] jaz em silêncio: amor, inveja, ódio, inocência, [10] no imenso tempo
ResolverLiteratura
447 questões
31sProf. Nono Estudio
53sProf. Nono Estudio
1mProf. Rafael Silva
2m
2mProf. ENEM EM 3 MINUTOS
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Fala aos inconfidentes mortos [1] Treva da noite, lanosa capa nos ombros curvos [4] dos altos montes aglomerados... Agora, tudo [7] jaz em silêncio: amor, inveja, ódio, inocência, [10] no imenso tempo
ResolverRondó dos cavalinhos [1] Os cavalinhos correndo, E nós, cavalões, comendo... Tua beleza, Esmeralda, [4] Acabou me enlouquecendo. Os cavalinhos correndo, E nós, cavalões, comendo... [7] O sol tão claro
ResolverO eu lírico é a voz que fala no poema, isto é, a instância que expressa sentimentos, percepções, memórias e reflexões dentro do texto poético. Já a subjetividade poética diz respeito à forma como essa voz organiza a experiência de modo pessoal, simbólico e sensível, sem que isso seja necessariamente a opinião direta do autor. Esse tópico envolve identificar quem fala no poema, como os sentimentos são construídos e de que maneira imagens, metáforas e escolhas de linguagem revelam uma visão particular do mundo.
Esse conteúdo é muito importante para vestibulares porque aparece com frequência na interpretação de poemas e na análise de recursos expressivos, especialmente em provas como ENEM, UNESP e as universidades estaduais e regionais citadas. Saber diferenciar autor, eu lírico e narrador evita erros comuns e ajuda a compreender o sentido global do texto. Nos estudos, vale focar na leitura atenta do poema, na identificação de marcas de subjetividade, no efeito das figuras de linguagem e na relação entre forma e conteúdo. Também é essencial perceber como o poema transforma experiências individuais em reflexão universal, algo muito cobrado em questões interpretativas.
TEXTO COMO FAZER FELIZ MEU FILHO Como fazer feliz meu filho? Não há receitas para tal. Todo o saber, todo o meu brilho de vaidoso intelectual vacila ante a interrogação gravada em mim, impr
ResolverClube da esquina n.º 2Porque se chamava moçoTambém se chamava estradaViagem de ventaniaNem lembra se olhou pra trásAo primeiro passo, aço, açoPorque se chamavam homensTambém se chamavam sonhosE sonhos
ResolverCanção Amiga Carlos Drummond de Andrade Eu preparo uma canção Em que minha mãe se reconheça Todas as mães se reconheçam E que fale como dois olhos Caminho por uma rua Que pas
ResolverAssinale a opção em cujos versos o eu-poético de Sísifo desce a montanha sintetiza sua concepção de morte:
ResolverLeia o poema de Leonor de Almeida Portugal Lorena e Lencastre, também conhecida como Marquesa de Alorna, para responder à questão. Retratar a tristeza em vão procura Quem na vida um só pesar não sente
ResolverLeia o trecho inicial do poema “Ode triunfal”, de Álvaro de Campos (heterônimo de Fernando Pessoa), para responder à questão. À dolorosa luz das grandes lâmpadas elétricas da fábrica Tenho febre e esc
ResolverQuando sinto a impulsão lírica escrevo sem pensar tudo o que meu inconsciente me grita. Penso depois: não só para corrigir, como para justificar o que escrevi. (ANDRADE, Mário de. Poesias completas. B
Resolver[imagem] Se Narciso se encontra com Narciso e um deles finge que ao outro admira (para sentir-se admirado)
ResolverConsidere o poema de Chacal para responder à questão. Beijo beijos qual o sentido da palavra beijo? ato de tocar com os lábios em alguém ou alguma coisa, fazendo leve sucção; ósculo? ou aquele que o c
ResolverQuebranto às vezes sou o policial que me suspeito me peço documentos e mesmo de posse deles me prendo e me dou porrada às vezes sou o porteiro não me deixando entrar em mim mesmo a não ser pela porta
ResolverÀ margem de uma fonte, que corria, Lira doce dos pássaros cantores A bela ocasião das minhas dores Dormindo estava ao despertar do dia. Mas como dorme Sílvia, não vestia O céu seus horizontes de mil c
ResolverLeia o poema de Fernando Pessoa para responder à questão. As rosas amo dos jardins de Adônis1, Essas volucres2 amo, Lídia, rosas, Que em o dia em que nascem, Em esse dia morrem. A luz para elas é eter
ResolverLeia o trecho de um poema de Castro Alves, para responder à questão. Mas que vejo eu aí... Que quadro d’amarguras! É canto funeral!... Que tétricas1 figuras!... Que cena infame e vil... Meu Deus! meu
ResolverDor elegante Paulo Leminski Um homem com uma dor É muito mais elegante Caminha assim de lado Com se chegando atrasado Chegasse mais adiante Carrega o peso da dor Como se por
ResolverLeia o poema de Florbela Espanca para responder à questão. Amar! Eu quero amar, amar perdidamente! Amar só por amar: aqui... além... Mais este e aquele, o outro e toda a gente... Amar! Amar! E não a
ResolverSoneto de fidelidade De tudo ao meu amor serei atento Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto Que mesmo em face do maior encanto Dele se encante mais meu pensamento. Quero vivê‐lo em cada vão momento
ResolverAs acapuranas e o rio As acapuranas, que árvores solenes!, aqui de frente de casa na beirinha do Andirá, ficam indisfarçadamente desgostosas quando as águas da cheia começam a subir pelos seus tronco
ResolverNunca conheci quem tivesse levado porrada. Todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo. E eu, tantas vezes reles, tantas vezes porco, tantas vezes vil, Eu tantas vezes irrespondivelmente parasi
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