Casamento Adélia Prado Há mulheres que dizem: Meu marido, se quiser pescar, pesque, mas que limpe os peixes. Eu não. A qualquer hora da noite me levanto, ajudo a escamar, ab
ResolverLiteratura
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31sProf. Nono Estudio
53sProf. Nono Estudio
1mProf. Rafael Silva
2m
2mProf. ENEM EM 3 MINUTOS
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Casamento Adélia Prado Há mulheres que dizem: Meu marido, se quiser pescar, pesque, mas que limpe os peixes. Eu não. A qualquer hora da noite me levanto, ajudo a escamar, ab
ResolverNão vês, Lise, brincar esse menino Com aquela avezinha? Estende o braço, Deixa-a fugir, mas apertando o laço, A condena outra vez ao seu destino. Nessa mesma figura, eu imagino, Tens minha liberdade,
ResolverO eu lírico é a voz que fala no poema, isto é, a instância que expressa sentimentos, percepções, memórias e reflexões dentro do texto poético. Já a subjetividade poética diz respeito à forma como essa voz organiza a experiência de modo pessoal, simbólico e sensível, sem que isso seja necessariamente a opinião direta do autor. Esse tópico envolve identificar quem fala no poema, como os sentimentos são construídos e de que maneira imagens, metáforas e escolhas de linguagem revelam uma visão particular do mundo.
Esse conteúdo é muito importante para vestibulares porque aparece com frequência na interpretação de poemas e na análise de recursos expressivos, especialmente em provas como ENEM, UNESP e as universidades estaduais e regionais citadas. Saber diferenciar autor, eu lírico e narrador evita erros comuns e ajuda a compreender o sentido global do texto. Nos estudos, vale focar na leitura atenta do poema, na identificação de marcas de subjetividade, no efeito das figuras de linguagem e na relação entre forma e conteúdo. Também é essencial perceber como o poema transforma experiências individuais em reflexão universal, algo muito cobrado em questões interpretativas.
Leia o poema de Camilo Pessanha para responder à questão. Eu via a luz em um país perdido. A minha alma é lânguida1 e inerme2. Oh! Quem pudesse deslizar sem ruído! No chão sumir-se, como faz um verme.
ResolverSou apenas um homem. Um homem pequenino à beira de um rio. Vejo as águas que passam e não as compreendo. Sei apenas que é noite porque me chamam de casa. Vi que amanheceu porque os galos cantaram. Com
ResolverLeia trechos dos poemas “Fanatismo”, de Florbela Espanca, e “Imagem”, de Cecília Meireles. Fanatismo (...) “Tudo no mundo é frágil, tudo passa...” Quando me dizem isto, toda a graça Duma boca divina f
ResolverLeia o poema “Conselho”, de Fernando Pessoa, para responder à questão. Cerca de grandes muros quem te sonhas. Depois, onde é visível o jardim Através do portão de grade dada, Põe quantas flores são as
ResolverTexto para a questão Um boi vê os homens Tão delicados (mais que um arbusto) e correm e correm de um para outro lado, sempre esquecidos de alguma coisa. Certamente, falta-lhes não sei que atributo e
ResolverA questão aborda um poema de Raul de Leoni (1895-1926) A alma das cousas somos nós... Dentro do eterno giro universal Das cousas, tudo vai e volta à alma da gente, Mas, se nesse vaivém tudo parece igu
ResolverNo meu sertão Boa noite, gente rica De sabença e inducação, Peço que descurpe os erro Desta minha falação. Não conheço português, Apois eu por minha vez Nunca mexi com pape, Mas
Resolver[1] Pede-se a quem souber do paradeiro de Luísa Porto avise sua residência à Rua Santos Óleos, 48. Previna urgente [5] solitária mãe enferma entrevada há longos anos erma de seus cuidados.
ResolverZuenir Ventura, na obra Crônicas para ler na escola, faz referência à expressão “ser gauche na vida”, presente no seguinte poema de Carlos Drummond de Andrade. Poema de sete faces Quando nasci, um anj
ResolverQuebranto às vezes sou o policial que me suspeito me peço documentos e mesmo de posse deles me prendo e me dou porrada às vezes sou o porteiro não me deixando entrar em mim mesmo a não ser pela port
ResolverTEXTO XIII O meu amor é uma flauta alta. Auto em si, desce dos montes e das colinas trêmulo, estranho e abandonado, entre o balir dos gerânios, os ventos e o orvalho sang
ResolverPara responder à questão, leia o primeiro poema da seção intitulada "Homenagem a Ricardo Reis", da poeta portuguesa Sophia de Mello Breyner Andresen (1919-2004), publicado originalmente em 1972 no liv
ResolverTexto 1 Sensibilidades FARIA, Luiz Antônio de. Nov. 2020. Tomo I As palavras faladas Nasceram de rosnados e grunhidos, E gritos melódicos e gemidos... De dor e praze
ResolverTexto I TOCANDO EM FRENTE Almir Sater e Renato Teixeira Ando devagar porque já tive pressa Levo esse sorriso porque já chorei demais Hoje me sinto mais forte, mais feliz quem sabe Só levo a certeza de
ResolverConsolo na praia Vamos, não chores. A infância está perdida. A mocidade está perdida. Mas a vida não se perdeu. O primeiro amor passou. O segundo amor passou. O terce
ResolverCANÇÃO Cecília Meireles Pus o meu sonho num navio e o navio em cima do mar; - depois, abri o mar com as mãos, para o meu sonho naufragar. Minhas mãos ainda estão molh
ResolverLeia o poema de Mário de Andrade para responder à questão. Rondó pra você De você, Rosa, eu não queria Receber somente esse abraço Tão devagar que você me dá, Nem gozar somente esse beijo Tão molhado
ResolverPerpetuum mobile estive na antemanhã inacontecida de jovens mãos deslumbradas carregando sol e passei atravessei a plenoite decifrada monótonas luas transcorridas nos
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