Texto para a resolução da questão: João e Maria (Chico Buarque) Agora eu era o herói E o meu cavalo só falava inglês A noiva do cowboy Era você Além das outras três Eu enfrentava os batalhões O
ResolverLiteratura
447 questões
31sProf. Nono Estudio
53sProf. Nono Estudio
1mProf. Rafael Silva
2m
2mProf. ENEM EM 3 MINUTOS
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Texto para a resolução da questão: João e Maria (Chico Buarque) Agora eu era o herói E o meu cavalo só falava inglês A noiva do cowboy Era você Além das outras três Eu enfrentava os batalhões O
ResolverTEXTO O bicho Manuel Bandeira Vi ontem um bicho Na imundície do pátio Catando comida entre os detritos. Quando achava alguma coisa, Não examinava nem cheirava:<
ResolverO eu lírico é a voz que fala no poema, isto é, a instância que expressa sentimentos, percepções, memórias e reflexões dentro do texto poético. Já a subjetividade poética diz respeito à forma como essa voz organiza a experiência de modo pessoal, simbólico e sensível, sem que isso seja necessariamente a opinião direta do autor. Esse tópico envolve identificar quem fala no poema, como os sentimentos são construídos e de que maneira imagens, metáforas e escolhas de linguagem revelam uma visão particular do mundo.
Esse conteúdo é muito importante para vestibulares porque aparece com frequência na interpretação de poemas e na análise de recursos expressivos, especialmente em provas como ENEM, UNESP e as universidades estaduais e regionais citadas. Saber diferenciar autor, eu lírico e narrador evita erros comuns e ajuda a compreender o sentido global do texto. Nos estudos, vale focar na leitura atenta do poema, na identificação de marcas de subjetividade, no efeito das figuras de linguagem e na relação entre forma e conteúdo. Também é essencial perceber como o poema transforma experiências individuais em reflexão universal, algo muito cobrado em questões interpretativas.
Contranarciso em mim eu vejo o outro e outro e outro enfim dezenas trens passando vagões cheios de gente centenas o outro que há em mim
ResolverLeia os versos da canção "Silêncio de um cipreste" - composição de Cartola e Carlos Cachaça.Todo mundo tem o direitoDe viver cantando.O meu único defeitoÉ viver pensandoEm que não realizeiE é difícil
ResolverTexto IV Nada ficou no lugar eu quero quebrar essas xícaras eu vou enganar o diabo eu quero acordar sua família eu vou escrever no seu muro e violentar o seu gosto CALCANHOTTO,
ResolverLeia o poema a seguir. non-sons o boi berra a cabra bale a rã coaxa o meu telefone ― ai de mim! ― nenhum pio PEREIRA, Luí
ResolverFEITIO DE ORAÇÃO (Noel Rosa-Vadico) Samba. Primeira gravação em 1933, com Francisco Alves e Castro Barbosa Quem acha vive se perdendo Por isso agora eu vou me defendendo Da dor tã
ResolverLeia o poema de Paulo Henriques Britto para responder à questão. Nada nas mãos nem na cabeça, nada no estômago além da sensação vazia de haver ultrapassado toda sensação. É em estado assim que se desc
ResolverA letra da canção apresenta um eu lírico que reflete sobre a vida cotidiana, as atitudes e as dificuldades de se relacionar consigo mesmo e com os outros. Considerando seu contexto de produção, assina
ResolverTexto 3 O meu guri Quando, seu moço Nasceu meu rebento Não era o momento Dele rebentar [130] Já foi nascendo Com cara de fome E
ResolverScience Fiction O marciano encontrou-me na rua e teve medo de minha impossibilidade humana. Como pode existir, pensou consigo, um ser que no existir põe tamanha anulação de existência? [5] Afastou-
ResolverTEXTO A Morte não existe para os mortos Os mortos não têm medo da morte desabrochada. [5] Os mortos conquistam a vida, não a lendária, mas a propriamente dita a que perdemos [10] ao nascer.
ResolverLeia o poema “Confidência do itabirano”, de Carlos Drummond de Andrade, para responder a questão. Alguns anos vivi em Itabira. Principalmente nasci em Itabira. Por isso sou triste, orgulhoso: de ferro
ResolverDestino Cecília Meireles Pastora de nuvens, fui posta a serviço por uma campina desamparada que não principia e também não termina, onde nunca é noite e nunca madrugada. (Pastores da terra, vós tendes
ResolverTenho apenas duas mãos e o sentimento do mundo, mas estou cheio de escravos, minhas lembranças escorrem e o corpo transige na confluência do amor. Quando me levantar, o céu estará morto e saque
ResolverLeia o poema “Deslumbramentos”, de Cesário Verde, publicado pela primeira vez em 1875, para responder a questão. Milady, é perigoso contemplá-la, Quando passa aromática e normal, Com seu tipo tão nobr
ResolverAs Máscaras (Menotti del Picchia) O teu beijo é tão doce, Arlequim... O teu sonho é tão manso, Pierrô... Pudesse eu repartir-me encontrar minha calma dando
ResolverLeia o soneto “Não comerei da alface a verde pétala”, de Vinicius de Moraes, para responder à questão. Não comerei da alface a verde pétala Nem da cenoura as hóstias desbotadas Deixarei as pastagens à
ResolverPassagem da noite É noite. Sinto que é noite não porque a sombra descesse (bem me importa a face negra) mas porque dentro de mim, no fundo de mim, o grito se calou, fez-se desânimo. Sinto que nós somo
ResolverA seguir, leia o poema “Meninos carvoeiros”, de Manuel Bandeira, para responder à questão. Meninos carvoeiros Os meninos carvoeiros Passam a caminho da cidade. – Eh, carvoero! E vão tocando os animais
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