Considere o poema de Mia Couto para responder à questão. Mudança de idade Para explicar os excessos do meu irmão a minha mãe dizia: está na mudança de idade. Na altura, eu não tinha idade nenhuma e o
ResolverLiteratura
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31sProf. Nono Estudio
53sProf. Nono Estudio
1mProf. Rafael Silva
2m
2mProf. ENEM EM 3 MINUTOS
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Considere o poema de Mia Couto para responder à questão. Mudança de idade Para explicar os excessos do meu irmão a minha mãe dizia: está na mudança de idade. Na altura, eu não tinha idade nenhuma e o
ResolverCAMINHO DO SERTÃO A meu irmão João Câncio Tão longe a casa! Nem sequer alcanço Vê-la através da mata. Nos caminhos A sombra desce; e, sem achar descanso, Vamos nós dois, meu pobre irmão, sozinhos!</di
ResolverO eu lírico é a voz que fala no poema, isto é, a instância que expressa sentimentos, percepções, memórias e reflexões dentro do texto poético. Já a subjetividade poética diz respeito à forma como essa voz organiza a experiência de modo pessoal, simbólico e sensível, sem que isso seja necessariamente a opinião direta do autor. Esse tópico envolve identificar quem fala no poema, como os sentimentos são construídos e de que maneira imagens, metáforas e escolhas de linguagem revelam uma visão particular do mundo.
Esse conteúdo é muito importante para vestibulares porque aparece com frequência na interpretação de poemas e na análise de recursos expressivos, especialmente em provas como ENEM, UNESP e as universidades estaduais e regionais citadas. Saber diferenciar autor, eu lírico e narrador evita erros comuns e ajuda a compreender o sentido global do texto. Nos estudos, vale focar na leitura atenta do poema, na identificação de marcas de subjetividade, no efeito das figuras de linguagem e na relação entre forma e conteúdo. Também é essencial perceber como o poema transforma experiências individuais em reflexão universal, algo muito cobrado em questões interpretativas.
Leia o poema de Camões para responder à questão. Na fonte está Leanor lavando a talha e chorando, às amigas perguntando: vistes lá o meu amor? Voltas</d
ResolverTEXTO I RETRATO Eu não tinha este rosto de hoje, Assim calmo, assim triste, assim magro, Nem estes olhos tão vazios, Nem o lábio amargo [5] Eu não tinha estas mãos
ResolverJá rompe, Nise, a matutina Aurora O negro manto, com que a noite escura, Sufocando do Sol a face pura, Tinha escondido a chama brilhadora. Que alegre, que suave, que sonora Aquela fontezinha aqui murm
ResolverLeia os versos de Elizabeth Barrett Browning: [...] Amo-te em cada dia, hora e segundo: À luz do sol, na noite sossegada. E é tão pura a paixão de que me inundo Quanto o pudor dos que não pedem nada.
ResolverTEXTO: Inclassificáveis que preto, que branco, que índio o quê? que branco, que índio, que preto o quê? que índio, que preto, que branco o quê? que preto branco índio o quê? branco
ResolverLeia o poema de Cecília Meireles, Primeiro motivo da rosa. Vejo-te em seda e nácar, e tão de orvalho trêmula, que penso ver, efêmera, toda a Beleza em lágrimas por ser bela e ser frágil. Meu
ResolverConfidência do Itabirano Alguns anos vivi em Itabira. Principalmente nasci em Itabira. Por isso sou triste, orgulhoso: de ferro. Noventa por cento de ferro nas calçadas. Oitenta por cento de ferro n
ResolverLeia o poema de Mario Quintana para responder à questão. A carta Hoje encontrei dentro de um livro uma velha carta amare- [lecida, Rasguei-a sem procurar ao menos saber de
ResolverLeia o texto para responder a questão. Sugestão Antes que venham ventos e te levem do peito o amor — este tão belo amor, que deu grandeza e graça à tua vida —, faze dele, agora, enquanto é tempo, uma
Resolverestupor esse súbito não ter esse estúpido querer que me leva a duvidar quando eu devia crer esse sentir-se cair quando não existe lugar aonde se possa ir <
ResolverMeu coração tropical está coberto de neve mas Ferve em seu cofre gelado E à voz vibra e a mão escreve mar Bendita lâmina grave que fere a parede e traz As febres loucas e breves Que mancham o silêncio
ResolverMÃOS Mãos de veludo, mãos de mártir e de santa, o vosso gesto é como um balouçar de palma; o vosso gesto chora, o vosso gesto geme, o vosso [gesto canta! Mãos de veludo, mãos de mártir e de santa,</
ResolverLeia o poema para responder à questão. Na cadeia Na cadeia os bandidos presos! O seu ar de contemplativos! Que é das feras de olhos acesos?! Pobres dos seus olhos cativos. Passeiam mudos entre as grad
ResolverE como eu palmilhasse vagamente uma estrada de Minas, pedregosa, e no fecho da tarde um sino rouco se misturasse ao som de meus sapatos que era pausado e seco; e aves pairassem no céu de chumbo, e sua
ResolverLeia o poema a seguir para responder à questão. Para comer depois Na minha cidade, nos domingos de tarde, as pessoas se põem na sombra com faca e laranjas. Tomam a fresca e riem do rapaz de bicicleta,
ResolverGirassol da madrugada Teu dedo curioso me segue lento no rosto Os sulcos, as sombras machucadas por onde a [vida passou. Que silêncio, prenda minha... Que desvio triunfal [da verdade, Que círculos vag
ResolverLeia o soneto abaixo para responder à questão. SONETO Ou já sobre o cajado te reclines, Venturoso pastor, ou já tomando Para a serra, onde as cabras vais chamando, A fugir os meus ais te determines.
ResolverSão versos de um poema de Ferreira Gullar: o poema não diz o que a coisa é mas diz outra coisa que a coisa quer ser pois nada se basta contente de si o poeta empresta às coisas sua voz – di
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