Camões, grande Camões, quão semelhante Acho teu fado¹ ao meu quando os cotejo! Igual causa nos fez perdendo o Tejo Arrostar² co sacrílego gigante (...) Ludíbrio, como tu, da sorte dura, Meu fim demand
ResolverLiteratura
447 questões
31sProf. Nono Estudio
53sProf. Nono Estudio
1mProf. Rafael Silva
2m
2mProf. ENEM EM 3 MINUTOS
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Camões, grande Camões, quão semelhante Acho teu fado¹ ao meu quando os cotejo! Igual causa nos fez perdendo o Tejo Arrostar² co sacrílego gigante (...) Ludíbrio, como tu, da sorte dura, Meu fim demand
ResolverDor elegante Paulo Leminski Um homem com uma dor É muito mais elegante Caminha assim de lado Com se chegando atrasado Chegasse mais adiante Carreg
ResolverO eu lírico é a voz que fala no poema, isto é, a instância que expressa sentimentos, percepções, memórias e reflexões dentro do texto poético. Já a subjetividade poética diz respeito à forma como essa voz organiza a experiência de modo pessoal, simbólico e sensível, sem que isso seja necessariamente a opinião direta do autor. Esse tópico envolve identificar quem fala no poema, como os sentimentos são construídos e de que maneira imagens, metáforas e escolhas de linguagem revelam uma visão particular do mundo.
Esse conteúdo é muito importante para vestibulares porque aparece com frequência na interpretação de poemas e na análise de recursos expressivos, especialmente em provas como ENEM, UNESP e as universidades estaduais e regionais citadas. Saber diferenciar autor, eu lírico e narrador evita erros comuns e ajuda a compreender o sentido global do texto. Nos estudos, vale focar na leitura atenta do poema, na identificação de marcas de subjetividade, no efeito das figuras de linguagem e na relação entre forma e conteúdo. Também é essencial perceber como o poema transforma experiências individuais em reflexão universal, algo muito cobrado em questões interpretativas.
Leia o trecho do poema “Acrobata da dor”, do poeta Cruz e Sousa (1861-1898), para responder à questão. Gargalha, ri, num riso de tormenta, como um palhaço, que desengonçado, nervoso, ri, num riso absu
ResolverCARIDADE Desfolha-se a rosa. Parece até que floresce O chão cor-de-rosa. ALMEIDA, Guilherme de. Disponível em: org.br. Acesso em: set. 2022. Nesses versos, o sujeito poético</div
ResolverUm homem doente faz a oração da manhãPelo sinal da Santa Cruz,chegue até Vós meu ventre dilatadoe Vos comova, Senhor, meu mal sem cura.Inauguro o dia, eu que ao meu crédito explicoque passei em claro
ResolverAlma minha gentil, que te partiste tão cedo desta vida descontente, repousa lá no Céu eternamente, e viva eu cá na terra sempre triste. Se lá no assento etéreo, onde subiste, memória desta vida se con
ResolverDatilografia Traço, sozinho, no meu cubículo de engenheiro, o plano, Firmo o projeto, aqui isolado, Remoto até de quem eu sou. Ao lado, acompanhamento banalmente sinistro, O tique-taque estalado das
ResolverLeia o poema para responder a QUESTÃO. Cabeça Quando eu sofria dos nervos, não passava debaixo de fio elétrico, tinha medo de chuva, de relâmpio, nojo de certos bichos que eu não falo pra não ter de l
ResolverPoema 'Desencontro (2)', de Mia Couto. O poema aborda temas de amor, solidão, ausência e a busca por conexão.Para responder às questões de 08 a 10, leia o poema "Desencontro (2)", de Mia Couto.No aves
ResolverLá vem você E a pergunta fatal Como encontrar A palavra ideal Uso palavras picadas no som Palavras magoadas de tantas paixões Palavras idiotas e alguns palavrões Guardo as palavras em grãos Pego uma b
ResolverObserve o texto e responda à questão. O meu guri Chico Buarque/1981 Quando, seu moço, nasceu meu rebento Não era o momento dele rebentar Já foi nascendo com cara de fome E eu não tinha nem nome pra lh
ResolverLeia o poema a seguir para responder à questão. Canção Pus o meu sonho num navio E o navio em cima do mar; - depois, abrio mar com as mãos, Para o meu sonho naufragar. Minhas mãos ainda estão molhadas
ResolverIntrodução a Alda Dizem que ninguém mais a ama. Dizem que foi uma boa pessoa. Sua filha de doze anos não a visita nunca e talvez raramente se lembre dela. Puseram-na numa cidade triste de uniformes az
ResolverNo poema de Maria Lúcia Alvim intitulado Frasco de âmbar, que possui uma atmosfera muito feminina, Frasco de âmbar À força de guardar-te evaporaste! (Em: Vivenda. São Paulo: Duas Cidades, 1989.) I. a
ResolverTEXTO: Eu sou da raça do Eterno. Fui criado no princípio E desdobrado em muitas gerações Através do espaço e do tempo. Sinto-me acima das bandeiras, Tropeçando em cabeças de chefes.<
ResolverLeia o poema para responder à questão. Na cadeia Na cadeia os bandidos presos! O seu ar de contemplativos! Que é das feras de olhos acesos?! Pobres dos seus olhos cativos. Passeiam mudos entre as grad
ResolverLeia a seguir a letra da canção “É” do compositor Gonzaguinha, para responder à questão É É! A gente quer valer o nosso amor A gente quer valer nosso suor A gente quer valer o nosso humor A gente quer
ResolverSou Imigrante Quem dera que não houvesse fronteiras! Quem dera que não houvesse leis Leis essas que nos prendem, separam, Hostilizam, injuriam e abalam! Oh, se não houvesse fronteiras Divisões geográf
ResolverTexto Momento Adélia Prado Enquanto eu fiquei alegre, permaneceram um bule azul com um [160] descascado no bico, uma garrafa de pimenta pelo meio, um latido e um céu limpidís
ResolverLeia o poema de Pedro Tierra para responder à questão. Fui assassinado. Morri cem vezes e cem vezes renasci sob os golpes do açoite. Meus olhos em sangue Testemunharam a dança dos algozes em torno do
Resolver494 questões