ATESTADOS FALHOS ESCONDEM CAUSAS DE MORTES POR 'LIPO', DIZ ESTUDO
Apenas 7% das certidões de óbito de pessoas que morreram após lipoaspiração, uma das cirurgias estéticas mais realizadas no país, são preenchidas corretamente. Em 93% delas, há imprecisões ou lacunas que dificultam saber a causa da morte.
O estudo traçou o perfil das mortes após lipoaspiração noticiadas pela imprensa brasileira entre janeiro de 1987 e setembro de 2015. Quase metade dessas mortes (44,11%) ocorreu no mesmo dia da cirurgia e dentro de hospitais (54%). A literatura médica aponta que o maior risco de morte está ligado ao volume de gordura aspirado, ao número de regiões tratadas e à agressão ao organismo durante a cirurgia – como perda de sangue maior que um litro.
Entre as causas de morte conhecidas que constam nas certidões de óbito, tromboembolismo pulmonar lidera (17,44%), seguido de perfuração (13,95%) e infecção (9,3%). Quase metade dos óbitos (44%), porém, têm causas indeterminadas.
(https://www.correiodoestado.com.br/ciencia-e-saude/atestados-falhos-escondem-causas-de-mortes-por-lipodiz-estudo/322295/ - Adaptado)
A “perda de sangue maior que um litro” citada no texto é encarada pelo organismo como uma ameaça, fazendo com que vários mecanismos sejam desencadeados para conter o sangramento. A tal processo dá-se o nome de coagulação sanguínea, no qual vários componentes estão envolvidos.
Sobre o processo de coagulação sanguínea é correto afirmar que: