Conta a história que o povo de uma certa cidade grega por volta do século V a. C. estava morrendo, em grande número, dizimado por uma peste. Então se consultou o oráculo de Delfos para descobrir qual deus estava zangado e qual a causa. O oráculo revelou que o deus era Apolo. O altar de Apolo na cidade era um cubo de ouro sólido. Apolo queria que o altar fosse duas vezes maior. Voltando de Delfos para a cidade, o povo construiu um novo altar, com arestas duas vezes maior que do altar antigo. A peste tornou-se mais violenta. Assim, a primeira tentativa de aplicar a matemática à saúde pública foi um completo desastre. Em relação a esta situação julgue com V (verdadeiro) ou F (falso) as proposições seguintes:
( ) Dobrando a aresta do cubo, o seu volume dobra; então a ira de Apolo é injustificada.
( ) Dobrando a aresta do cubo, o seu volume fica oito vezes maior; então a ira de Apolo é justificada.
( ) Para que as ordens de Apolo fossem cumpridas, a aresta do cubo deveria ser multiplicada por
( ) Dobrando a aresta do cubo, a área total do cubo também dobra.
( ) Apolo estava errado. Era deus, mas não sabia geometria espacial, pois o povo estava certo no seu raciocínio.
A ordem CORRETA de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: