
A Baía de Guanabara tinha cerca de 468 km² de superfície nos anos de 1500. Por ser instável, a estrutura geológica do local possui uma tendência natural ao acúmulo sedimentar, mas a atuação antrópica foi fundamental para a aceleração desse processo. A invasão dos colonizadores marcou o início dessa transição, e o crescimento urbano do último século acentuou de forma mais drástica as transformações na paisagem, em especial com aterros como os das ilhas do Fundão e do Governador e dos bairros do Flamengo e do Centro. Hoje, o espelho d'água da Baía, bastante reduzido, tem aproximadamente 374 km². Os processos socioespaciais ocorridos no entorno da Baía de Guanabara, sobretudo ao longo do século XX, tiveram enorme impacto na deterioração das “águas da Guanabara”, hoje diferentes daquelas percorridas pelo “navegante negro”. As intervenções antrópicas observadas na imagem e descritas na reportagem contribuíram para essa deterioração. Muitas dessas intervenções tinham a finalidade de favorecer a:
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Urbanização e Crescimento das Cidades aparece em ~2% das questões de Geografia (323 questões no banco).
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