Quadro I
No caso dos aviões, a formação em V visa apenas permitir a visibilidade para todos os componentes da esquadra.
Quadro II
Estudos mostram que a formação em V apresentada no voo de várias aves migratórias reduz drasticamente a energia gasta por cada indivíduo quando comparada à que seria gasta se o voo fosse solitário.
A caatinga (de origem tupi-guarani, “mata branca”) é um bioma que se concentra na região nordeste do Brasil. Ocupando cerca de 10% do território nacional, ela cobre grandes faixas do Ceará, Piauí, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia e também um pedaço do norte de Minas Gerais.
Nas regiões de caatinga, o clima é quente com prolongadas estações secas e o regime de chuvas influencia na vida de animais e vegetais, sendo que as chuvas concentram-se em poucos meses, fazendo a estação seca durar em média oito meses. A diversidade de espécies é menor, quando comparada a outros biomas brasileiros como a Mata Atlântica e a Amazônia. Entretanto, estudos recentes revelam um alto número de espécies endêmicas, isto é, espécies que só ocorrem naquela região. A vegetação se caracteriza por arbustos tortuosos, com aspecto seco e esbranquiçado por quase todo ano.
O relevo da caatinga apresenta duas formações dominantes: planaltos e grandes depressões. São comuns fragmentos de rochas na superfície do solo. Nas regiões mais altas, estes fragmentos também existem. É comum olhar para planaltos nordestinos e ver em seus topos grandes pedras, parecendo que irão rolar a qualquer momento! Mas fique tranquilo, pode passear pela caatinga sem medo, pois estas pedras são normais no relevo deste bioma
(Texto retirado e modificado do site www.invivofiocruz.br – consulta feita no dia 18/11/2010 às 17:39h)
Com relação ao bioma caatinga, pode-se afirmar que: