Brasil testa método natural para erradicar a dengue
Cientistas anunciaram o começo dos testes no Brasil de um método “inócuo” e “autossustentável” que, por intermédio de uma bactéria muito comum na natureza, permitiria bloquear a transmissão do vírus da dengue por parte do mosquito Aedes aegypti. “Estamos diante da possibilidade de uma abordagem do controle com um objetivo desafiador: reduzir e até eliminar a dengue”, disse à imprensa, o presidente da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Paulo Gadelha, durante o XVIII Congresso Mundial de Medicina Tropical e Malária, realizado no Rio de Janeiro. (Fonte: Inter Press Service – Reportagens – 29/09/2012)
Para o estudo da dengue, o conhecimento de distribuição espacial da precipitação pluvial é muito importante. A cidade do Rio de Janeiro apresenta uma topografia acidentada, marcada pela formação de maciços, com encostas cobertas por florestas da Mata Atlântica, resultando em seu território uma distribuição climática bastante heterogênea, provocando precipitações de intensidades variáveis. Em cerca de 1200 km2 de área, a rede atual é composta de 33 postos pluviométricos, conforme mostra a figura abaixo. (Fonte: GeoRio)
No ano de 2012, a área hachurada e delimitada pelas estações Bangu (12), Campo Grande (26) e Sumaré (29), concentrou a maior quantidade de chuvas na cidade do Rio de Janeiro. Os pontos, no plano cartesiano A(2,2), B(4,7) e C(9,3), determinam um triângulo e seus vértices são representados, respectivamente, pelas estações Bangu, Campo Grande e Sumaré. A área, em km2, delimitada pelas três estações, é