Há, pelo menos, três mitos sobre a questão da água, magnificados pela grita dos ambientalistas radicais, mas que não condizem com a realidade. O primeiro reza que a água do planeta estaria acabando. Não é verdade. A água é um recurso infinitamente renovável, já que, em seu ciclo, ela cai das nuvens em forma de chuva, fertliza a terra, vai para o mar pelos rios e evapora de volta às nuvens, novamente como água doce. O segundo diz que o consumo doméstico desmedido estaria acabando com a água do planeta. Trata-se de outro exagero. Apenas um décimo da água potável disponível é gasto para que os homens cozinhem, lavem roupas e façam a higiene pessoal, enquanto 70% são alocadas para a irrigação agrícola. O terceiro mito, derivado desse, é o de que os recursos hídricos vão acabar porque, quanto mais o mundo se desenvolve, mais ele precisa de alimentos e, consequentemente, de água. Também não é exato. A modernização das técnicas agrícolas vem fazendo com que caia o consumo de água. (LIMA, p. 91-92).
Sabe-se que, antes de se iniciar uma precipitação chuvosa, as gotículas de água em suspensão na atmosfera se juntam para formar uma gota maior.
Considerando-se que uma gota é constituída pela aglutinação de 8 gotículas, cada uma sendo uma esfera de raio R e eletrizada com carga Q, é correto afirmar: