Química e Medicina - Os éteres na história da anestesia
A busca humana pelo alívio da dor é muito antiga, porém as experiências que levaram à anestesia, tal como a conhecemos hoje, iniciaram-se em meados do século XIX.
Um dos primeiros anestésicos foi o óxido nitroso, N2O, conhecido por "gás hilariante" porque, em pequenas doses, provoca contração dos músculos faciais. Foi usado pela primeira vez pelo dentista Horace Wells, em 1844.
Pouco tempo depois, cirurgiões conseguiram efeitos semelhantes aos obtidos por Wells realizando cirurgias com outro anestésico, agora líquido: o éter etílico. O pioneiro no uso do éter para essa finalidade foi o médico e farmacêutico Crawford Williamson Long.
Com o avanço das pesquisas, outros anestésicos não inflamáveis passaram a ser usados, como alguns compostos orgânicos halogenados.
Adaptado de NOVAIS, Vera Lúcia Duarte de. Química: ações e aplicações: 3º ano. São Paulo: FTD, 2013. p. 162.
A combustão completa de 14,8g de éter etílico (C4H10O) irá produzir gás carbônico e água, de acordo com a equação não balanceada:
C4 H10O + O2 → CO2 + H2 O
Considere as seguintes afirmações sobre a combustão dos éteres.
I – Os coeficientes estequiométricos para a reação acima são, respectivamente: 1, 1, 1, 1.
II – Segundo a reação acima, a massa, em gramas, de oxigênio consumido é aproximadamente 38,4 g.
III – Segundo a reação acima, são produzidas aproximadamente 6,02 x 1023 moléculas de água.
Sobre as proposições acima, pode-se afirmar que