Um parasita camuflado
Pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo identificaram novas pistas de como o parasita causador da leishmaniose invade as células de defesa do organismo e, uma vez no interior delas, retarda a ativação do arsenal imunológico que deveria eliminá-lo.
O grupo sequenciou o material genético de Leishmania amazonensis – espécie encontrada predominantemente na Amazônia que provoca uma forma mais rara e deformante de leishmaniose cutânea – e chegou a duas proteínas candidatas a explicar por que o parasita consegue conviver harmoniosamente com as células que deveriam matá-lo. O estudo também investigou que genes estariam relacionados à formação de um vacúolo que abriga o parasita no interior dos macrófagos que os englobam e tentam destruí-los.
De acordo com os pesquisadores, juntas, essas estratégias também permitiriam ao parasita viver camuflado no organismo infectado, sem desencadear os sintomas que se manifestam em pessoas com o sistema imunológico fragilizado. Essa convivência, pacífica especialmente para o parasita, é resultado de um longo processo evolutivo em que a morte do hospedeiro não seria vantajosa.
Fonte: http://revistapesquisa.fapesp.br/2013/10/03/um-parasita-camuflado/(Adaptado)
O grupo sequenciou o material genético de Leishmania amazonensis – espécie encontrada predominantemente na Amazônia que provoca uma forma mais rara e deformante de leishmaniose cutânea – e chegou a duas proteínas candidatas a explicar por que o parasita consegue conviver harmoniosamente com as células que deveriam matá-lo. O estudo também investigou que genes estariam relacionados à formação de um vacúolo que abriga o parasita no interior dos macrófagos que os englobam e tentam destruí-los.
De acordo com os pesquisadores, juntas, essas estratégias também permitiriam ao parasita viver camuflado no organismo infectado, sem desencadear os sintomas que se manifestam em pessoas com o sistema imunológico fragilizado. Essa convivência, pacífica especialmente para o parasita, é resultado de um longo processo evolutivo em que a morte do hospedeiro não seria vantajosa.
Fonte: http://revistapesquisa.fapesp.br/2013/10/03/um-parasita-camuflado/(Adaptado)
De acordo com os pesquisadores, juntas, essas estratégias também permitiriam ao parasita viver camuflado no organismo infectado, sem desencadear os sintomas que se manifestam em pessoas com o sistema imunológico fragilizado. Essa convivência, pacífica especialmente para o parasita, é resultado de um longo processo evolutivo em que a morte do hospedeiro não seria vantajosa.
Fonte: http://revistapesquisa.fapesp.br/2013/10/03/um-parasita-camuflado/(Adaptado)
Com base na reportagem e nos conhecimentos acerca da referida parasitose é correto afirmar:
I. Além do local de ocorrência supramencionado, Leishmania amazonensis é registrada também no Centro-Oeste e Sudeste e é responsável pelos casos de leishmaniose visceral nessas regiões.
II. No Brasil, a transmissão entre hospedeiros ocorre através do ato hematofágico do flebotomíneo Lutzomyia, conhecido popularmente como mosquito-palha.
III. No tipo de leishmaniose específica, a doença manifesta-se pela formação de múltiplas úlceras bolhosas disseminadas pela pele, que contém secreção amarelo-esverdeada, frequentemente mal cheirosa, produzida em consequência de um processo inflamatório.
IV. O agente etiológico em questão é um protozoário flagelado, que apresenta uma estrutura denominada cinetoplasto, que por muito tempo foi associada ao batimento flagelar.
Estão corretas apenas