Versão perversa do “efeito Tostines”
A moçada que vai atrás do primeiro emprego, no Brasil, vai mesmo atrás dos primeiros empregos. Reportagem do colega Marcelo Rehder, publicada no caderno de Economia do Estadão deste domingo, mostra que é enorme – para não dizer absurda – a rotatividade no mercado formal de trabalho, no caso dos jovens entre 15 e 18 anos. Passa de 70% em doze meses (...)
Acaba vigorando no mercado de trabalho uma versão perversa do “efeito tostines”: o empregado não fica porque não é treinado ou não é treinado porque não fica. O resultado é um silencioso e naturalizado, de tão comum, acréscimo ao “custo Brasil”.
(http://blogs.estadao.com.br/jpkupfer/versao-perversa-do-%e2%80%9cefeito-tostines%e2%80%9d/)
Acaba vigorando no mercado de trabalho uma versão perversa do “efeito tostines”: o empregado não fica porque não é treinado ou não é treinado porque não fica. O resultado é um silencioso e naturalizado, de tão comum, acréscimo ao “custo Brasil”.
(http://blogs.estadao.com.br/jpkupfer/versao-perversa-do-%e2%80%9cefeito-tostines%e2%80%9d/)
Para tratar do problema da rotatividade no mercado de trabalho, o autor faz alusão a um antigo slogan de uma propaganda de biscoitos, empregando a estrutura do círculo vicioso. Das alternativas abaixo, assinale a única em esse raciocínio também tenha sido usado.