Uma proposta sobre ciência e espiritualidade
Marcelo Gleiser
Foi o poeta romano Lucrécio, escrevendo em torno de 50 a.C., que
famosamente deu voz à ciência como meio de emancipação pessoal (de
liberação de superstições que só fazem despertar o medo e a escravidão
do intelecto humano): nem mesmo o brilho do Sol, a radiação que sustenta
[5] o dia, pode dispersar o terror que reside na mente das pessoas. Apenas
a compreensão das várias manifestações naturais e de seus mecanismos
internos tem o poder de derrotar esse medo.
Já 400 anos antes, a maior influência intelectual de Lucrécio, o filósofo
Demócrito, escrevia que a compreensão da estrutura racional do mundo era
[10] o único caminho para a felicidade, para o encontro com a graça. Demócrito
era conhecido como o “Filósofo Sorridente”; seu sorriso, aqui, representando
a graça que atribuímos aos santos e aos iluminados. Será que a razão pode
levar à transcendência?
Para a maioria das pessoas, a proposta é impossível; razão é o oposto
[15] de graça ou de transcendência, visto que seu uso baseia-se na aderência
a regras rígidas e a um ceticismo inabalável. Como que o pensamento
analítico pode ter essa maleabilidade, esse impacto emocional e, mais ainda,
espiritual?
Primeiro, precisamos eliminar a relação entre a espiritualidade e o
[20] espírito enquanto manifestação sobrenatural. O ponto de partida aqui é que
existe apenas a matéria. Em toda a sua incrível complexidade, de elétrons
a proteínas, de borboletas a estrelas, a matéria mantém um vínculo apenas
com as forças físicas que agem sobre os seus constituintes.
Não há dúvida de que compreendemos muito dessas manifestações,
[25] e é a isso que se refere Lucrécio quando escreve sobre “a compreensão
das várias manifestações naturais e de seus mecanismos internos”. Este é
o objetivo central das ciências físicas, a identificação dessas manifestações
naturais e de seus mecanismos internos.
Porém, não há dúvida, também, de que pouco sabemos do mundo, de
[30] que estamos cercados por questões de uma complexidade que nem temos
como aferir.
Mas quando falamos do mundo, desconhecido não significa divino,
tampouco sobrenatural. Desconhecido significa que temos um desafio pela
frente, que só pode ser encarado se nos dedicarmos ao seu estudo. E como
[35] se dá isso? Através dos métodos racionais da ciência, que implicam uma
devoção intelectual e espiritual, como Einstein havia já percebido.
Espiritualidade é uma ligação com algo maior do que nós, que nos
seduz de forma incontrolável, que cria um querer penetrar sempre mais
profundamente nos mistérios que nos cercam, o que se impõe como
[40] urgência.
Essa espiritualidade natural, como eu a chamo, não é uma forma de
misticismo. Misticismo pressupõe que o conhecimento que é inacessível ao
intelecto possa ser obtido através da contemplação, ou de uma união com
o divino.
[45] A ciência, ao menos para mim, começa com uma ligação espiritual com
a natureza, usando o intelecto como ponte entre essa ligação e a busca
pelo conhecimento. Unindo a atração espiritual pelo desconhecido e o poder
do intelecto, a ciência manifesta de forma única a imersão do homem na
realidade que o cerca.
Fonte: Folha de S. Paulo, 7 set. 14. Disponível em: . Acesso em: 22 mar. 16. (Adaptado.)
Segundo o texto, é correto afirmar que
Foi o poeta romano Lucrécio, escrevendo em torno de 50 a.C., que
famosamente deu voz à ciência como meio de emancipação pessoal (de
liberação de superstições que só fazem despertar o medo e a escravidão
do intelecto humano): nem mesmo o brilho do Sol, a radiação que sustenta
[5] o dia, pode dispersar o terror que reside na mente das pessoas. Apenas
a compreensão das várias manifestações naturais e de seus mecanismos
internos tem o poder de derrotar esse medo.
Já 400 anos antes, a maior influência intelectual de Lucrécio, o filósofo
Demócrito, escrevia que a compreensão da estrutura racional do mundo era
[10] o único caminho para a felicidade, para o encontro com a graça. Demócrito
era conhecido como o “Filósofo Sorridente”; seu sorriso, aqui, representando
a graça que atribuímos aos santos e aos iluminados. Será que a razão pode
levar à transcendência?
Para a maioria das pessoas, a proposta é impossível; razão é o oposto
[15] de graça ou de transcendência, visto que seu uso baseia-se na aderência
a regras rígidas e a um ceticismo inabalável. Como que o pensamento
analítico pode ter essa maleabilidade, esse impacto emocional e, mais ainda,
espiritual?
Primeiro, precisamos eliminar a relação entre a espiritualidade e o
[20] espírito enquanto manifestação sobrenatural. O ponto de partida aqui é que
existe apenas a matéria. Em toda a sua incrível complexidade, de elétrons
a proteínas, de borboletas a estrelas, a matéria mantém um vínculo apenas
com as forças físicas que agem sobre os seus constituintes.
Não há dúvida de que compreendemos muito dessas manifestações,
[25] e é a isso que se refere Lucrécio quando escreve sobre “a compreensão
das várias manifestações naturais e de seus mecanismos internos”. Este é
o objetivo central das ciências físicas, a identificação dessas manifestações
naturais e de seus mecanismos internos.
Porém, não há dúvida, também, de que pouco sabemos do mundo, de
[30] que estamos cercados por questões de uma complexidade que nem temos
como aferir.
Mas quando falamos do mundo, desconhecido não significa divino,
tampouco sobrenatural. Desconhecido significa que temos um desafio pela
frente, que só pode ser encarado se nos dedicarmos ao seu estudo. E como
[35] se dá isso? Através dos métodos racionais da ciência, que implicam uma
devoção intelectual e espiritual, como Einstein havia já percebido.
Espiritualidade é uma ligação com algo maior do que nós, que nos
seduz de forma incontrolável, que cria um querer penetrar sempre mais
profundamente nos mistérios que nos cercam, o que se impõe como
[40] urgência.
Essa espiritualidade natural, como eu a chamo, não é uma forma de
misticismo. Misticismo pressupõe que o conhecimento que é inacessível ao
intelecto possa ser obtido através da contemplação, ou de uma união com
o divino.
[45] A ciência, ao menos para mim, começa com uma ligação espiritual com
a natureza, usando o intelecto como ponte entre essa ligação e a busca
pelo conhecimento. Unindo a atração espiritual pelo desconhecido e o poder
do intelecto, a ciência manifesta de forma única a imersão do homem na
realidade que o cerca.
Fonte: Folha de S. Paulo, 7 set. 14. Disponível em: . Acesso em: 22 mar. 16. (Adaptado.)
Segundo o texto, é correto afirmar que
a compreensão das várias manifestações naturais e de seus mecanismos
internos tem o poder de derrotar esse medo.
Já 400 anos antes, a maior influência intelectual de Lucrécio, o filósofo
Demócrito, escrevia que a compreensão da estrutura racional do mundo era
[10] o único caminho para a felicidade, para o encontro com a graça. Demócrito
era conhecido como o “Filósofo Sorridente”; seu sorriso, aqui, representando
a graça que atribuímos aos santos e aos iluminados. Será que a razão pode
levar à transcendência?
Para a maioria das pessoas, a proposta é impossível; razão é o oposto
[15] de graça ou de transcendência, visto que seu uso baseia-se na aderência
a regras rígidas e a um ceticismo inabalável. Como que o pensamento
analítico pode ter essa maleabilidade, esse impacto emocional e, mais ainda,
espiritual?
Primeiro, precisamos eliminar a relação entre a espiritualidade e o
[20] espírito enquanto manifestação sobrenatural. O ponto de partida aqui é que
existe apenas a matéria. Em toda a sua incrível complexidade, de elétrons
a proteínas, de borboletas a estrelas, a matéria mantém um vínculo apenas
com as forças físicas que agem sobre os seus constituintes.
Não há dúvida de que compreendemos muito dessas manifestações,
[25] e é a isso que se refere Lucrécio quando escreve sobre “a compreensão
das várias manifestações naturais e de seus mecanismos internos”. Este é
o objetivo central das ciências físicas, a identificação dessas manifestações
naturais e de seus mecanismos internos.
Porém, não há dúvida, também, de que pouco sabemos do mundo, de
[30] que estamos cercados por questões de uma complexidade que nem temos
como aferir.
Mas quando falamos do mundo, desconhecido não significa divino,
tampouco sobrenatural. Desconhecido significa que temos um desafio pela
frente, que só pode ser encarado se nos dedicarmos ao seu estudo. E como
[35] se dá isso? Através dos métodos racionais da ciência, que implicam uma
devoção intelectual e espiritual, como Einstein havia já percebido.
Espiritualidade é uma ligação com algo maior do que nós, que nos
seduz de forma incontrolável, que cria um querer penetrar sempre mais
profundamente nos mistérios que nos cercam, o que se impõe como
[40] urgência.
Essa espiritualidade natural, como eu a chamo, não é uma forma de
misticismo. Misticismo pressupõe que o conhecimento que é inacessível ao
intelecto possa ser obtido através da contemplação, ou de uma união com
o divino.
[45] A ciência, ao menos para mim, começa com uma ligação espiritual com
a natureza, usando o intelecto como ponte entre essa ligação e a busca
pelo conhecimento. Unindo a atração espiritual pelo desconhecido e o poder
do intelecto, a ciência manifesta de forma única a imersão do homem na
realidade que o cerca.
Fonte: Folha de S. Paulo, 7 set. 14. Disponível em: . Acesso em: 22 mar. 16. (Adaptado.)
Segundo o texto, é correto afirmar que
era conhecido como o “Filósofo Sorridente”; seu sorriso, aqui, representando
a graça que atribuímos aos santos e aos iluminados. Será que a razão pode
levar à transcendência?
Para a maioria das pessoas, a proposta é impossível; razão é o oposto
[15] de graça ou de transcendência, visto que seu uso baseia-se na aderência
a regras rígidas e a um ceticismo inabalável. Como que o pensamento
analítico pode ter essa maleabilidade, esse impacto emocional e, mais ainda,
espiritual?
Primeiro, precisamos eliminar a relação entre a espiritualidade e o
[20] espírito enquanto manifestação sobrenatural. O ponto de partida aqui é que
existe apenas a matéria. Em toda a sua incrível complexidade, de elétrons
a proteínas, de borboletas a estrelas, a matéria mantém um vínculo apenas
com as forças físicas que agem sobre os seus constituintes.
Não há dúvida de que compreendemos muito dessas manifestações,
[25] e é a isso que se refere Lucrécio quando escreve sobre “a compreensão
das várias manifestações naturais e de seus mecanismos internos”. Este é
o objetivo central das ciências físicas, a identificação dessas manifestações
naturais e de seus mecanismos internos.
Porém, não há dúvida, também, de que pouco sabemos do mundo, de
[30] que estamos cercados por questões de uma complexidade que nem temos
como aferir.
Mas quando falamos do mundo, desconhecido não significa divino,
tampouco sobrenatural. Desconhecido significa que temos um desafio pela
frente, que só pode ser encarado se nos dedicarmos ao seu estudo. E como
[35] se dá isso? Através dos métodos racionais da ciência, que implicam uma
devoção intelectual e espiritual, como Einstein havia já percebido.
Espiritualidade é uma ligação com algo maior do que nós, que nos
seduz de forma incontrolável, que cria um querer penetrar sempre mais
profundamente nos mistérios que nos cercam, o que se impõe como
[40] urgência.
Essa espiritualidade natural, como eu a chamo, não é uma forma de
misticismo. Misticismo pressupõe que o conhecimento que é inacessível ao
intelecto possa ser obtido através da contemplação, ou de uma união com
o divino.
[45] A ciência, ao menos para mim, começa com uma ligação espiritual com
a natureza, usando o intelecto como ponte entre essa ligação e a busca
pelo conhecimento. Unindo a atração espiritual pelo desconhecido e o poder
do intelecto, a ciência manifesta de forma única a imersão do homem na
realidade que o cerca.
Fonte: Folha de S. Paulo, 7 set. 14. Disponível em: . Acesso em: 22 mar. 16. (Adaptado.)
Segundo o texto, é correto afirmar que
a regras rígidas e a um ceticismo inabalável. Como que o pensamento
analítico pode ter essa maleabilidade, esse impacto emocional e, mais ainda,
espiritual?
Primeiro, precisamos eliminar a relação entre a espiritualidade e o
[20] espírito enquanto manifestação sobrenatural. O ponto de partida aqui é que
existe apenas a matéria. Em toda a sua incrível complexidade, de elétrons
a proteínas, de borboletas a estrelas, a matéria mantém um vínculo apenas
com as forças físicas que agem sobre os seus constituintes.
Não há dúvida de que compreendemos muito dessas manifestações,
[25] e é a isso que se refere Lucrécio quando escreve sobre “a compreensão
das várias manifestações naturais e de seus mecanismos internos”. Este é
o objetivo central das ciências físicas, a identificação dessas manifestações
naturais e de seus mecanismos internos.
Porém, não há dúvida, também, de que pouco sabemos do mundo, de
[30] que estamos cercados por questões de uma complexidade que nem temos
como aferir.
Mas quando falamos do mundo, desconhecido não significa divino,
tampouco sobrenatural. Desconhecido significa que temos um desafio pela
frente, que só pode ser encarado se nos dedicarmos ao seu estudo. E como
[35] se dá isso? Através dos métodos racionais da ciência, que implicam uma
devoção intelectual e espiritual, como Einstein havia já percebido.
Espiritualidade é uma ligação com algo maior do que nós, que nos
seduz de forma incontrolável, que cria um querer penetrar sempre mais
profundamente nos mistérios que nos cercam, o que se impõe como
[40] urgência.
Essa espiritualidade natural, como eu a chamo, não é uma forma de
misticismo. Misticismo pressupõe que o conhecimento que é inacessível ao
intelecto possa ser obtido através da contemplação, ou de uma união com
o divino.
[45] A ciência, ao menos para mim, começa com uma ligação espiritual com
a natureza, usando o intelecto como ponte entre essa ligação e a busca
pelo conhecimento. Unindo a atração espiritual pelo desconhecido e o poder
do intelecto, a ciência manifesta de forma única a imersão do homem na
realidade que o cerca.
Fonte: Folha de S. Paulo, 7 set. 14. Disponível em: . Acesso em: 22 mar. 16. (Adaptado.)
Segundo o texto, é correto afirmar que
existe apenas a matéria. Em toda a sua incrível complexidade, de elétrons
a proteínas, de borboletas a estrelas, a matéria mantém um vínculo apenas
com as forças físicas que agem sobre os seus constituintes.
Não há dúvida de que compreendemos muito dessas manifestações,
[25] e é a isso que se refere Lucrécio quando escreve sobre “a compreensão
das várias manifestações naturais e de seus mecanismos internos”. Este é
o objetivo central das ciências físicas, a identificação dessas manifestações
naturais e de seus mecanismos internos.
Porém, não há dúvida, também, de que pouco sabemos do mundo, de
[30] que estamos cercados por questões de uma complexidade que nem temos
como aferir.
Mas quando falamos do mundo, desconhecido não significa divino,
tampouco sobrenatural. Desconhecido significa que temos um desafio pela
frente, que só pode ser encarado se nos dedicarmos ao seu estudo. E como
[35] se dá isso? Através dos métodos racionais da ciência, que implicam uma
devoção intelectual e espiritual, como Einstein havia já percebido.
Espiritualidade é uma ligação com algo maior do que nós, que nos
seduz de forma incontrolável, que cria um querer penetrar sempre mais
profundamente nos mistérios que nos cercam, o que se impõe como
[40] urgência.
Essa espiritualidade natural, como eu a chamo, não é uma forma de
misticismo. Misticismo pressupõe que o conhecimento que é inacessível ao
intelecto possa ser obtido através da contemplação, ou de uma união com
o divino.
[45] A ciência, ao menos para mim, começa com uma ligação espiritual com
a natureza, usando o intelecto como ponte entre essa ligação e a busca
pelo conhecimento. Unindo a atração espiritual pelo desconhecido e o poder
do intelecto, a ciência manifesta de forma única a imersão do homem na
realidade que o cerca.
Fonte: Folha de S. Paulo, 7 set. 14. Disponível em: . Acesso em: 22 mar. 16. (Adaptado.)
Segundo o texto, é correto afirmar que
das várias manifestações naturais e de seus mecanismos internos”. Este é
o objetivo central das ciências físicas, a identificação dessas manifestações
naturais e de seus mecanismos internos.
Porém, não há dúvida, também, de que pouco sabemos do mundo, de
[30] que estamos cercados por questões de uma complexidade que nem temos
como aferir.
Mas quando falamos do mundo, desconhecido não significa divino,
tampouco sobrenatural. Desconhecido significa que temos um desafio pela
frente, que só pode ser encarado se nos dedicarmos ao seu estudo. E como
[35] se dá isso? Através dos métodos racionais da ciência, que implicam uma
devoção intelectual e espiritual, como Einstein havia já percebido.
Espiritualidade é uma ligação com algo maior do que nós, que nos
seduz de forma incontrolável, que cria um querer penetrar sempre mais
profundamente nos mistérios que nos cercam, o que se impõe como
[40] urgência.
Essa espiritualidade natural, como eu a chamo, não é uma forma de
misticismo. Misticismo pressupõe que o conhecimento que é inacessível ao
intelecto possa ser obtido através da contemplação, ou de uma união com
o divino.
[45] A ciência, ao menos para mim, começa com uma ligação espiritual com
a natureza, usando o intelecto como ponte entre essa ligação e a busca
pelo conhecimento. Unindo a atração espiritual pelo desconhecido e o poder
do intelecto, a ciência manifesta de forma única a imersão do homem na
realidade que o cerca.
Fonte: Folha de S. Paulo, 7 set. 14. Disponível em: . Acesso em: 22 mar. 16. (Adaptado.)
Segundo o texto, é correto afirmar que
como aferir.
Mas quando falamos do mundo, desconhecido não significa divino,
tampouco sobrenatural. Desconhecido significa que temos um desafio pela
frente, que só pode ser encarado se nos dedicarmos ao seu estudo. E como
[35] se dá isso? Através dos métodos racionais da ciência, que implicam uma
devoção intelectual e espiritual, como Einstein havia já percebido.
Espiritualidade é uma ligação com algo maior do que nós, que nos
seduz de forma incontrolável, que cria um querer penetrar sempre mais
profundamente nos mistérios que nos cercam, o que se impõe como
[40] urgência.
Essa espiritualidade natural, como eu a chamo, não é uma forma de
misticismo. Misticismo pressupõe que o conhecimento que é inacessível ao
intelecto possa ser obtido através da contemplação, ou de uma união com
o divino.
[45] A ciência, ao menos para mim, começa com uma ligação espiritual com
a natureza, usando o intelecto como ponte entre essa ligação e a busca
pelo conhecimento. Unindo a atração espiritual pelo desconhecido e o poder
do intelecto, a ciência manifesta de forma única a imersão do homem na
realidade que o cerca.
Fonte: Folha de S. Paulo, 7 set. 14. Disponível em: . Acesso em: 22 mar. 16. (Adaptado.)
Segundo o texto, é correto afirmar que
devoção intelectual e espiritual, como Einstein havia já percebido.
Espiritualidade é uma ligação com algo maior do que nós, que nos
seduz de forma incontrolável, que cria um querer penetrar sempre mais
profundamente nos mistérios que nos cercam, o que se impõe como
[40] urgência.
Essa espiritualidade natural, como eu a chamo, não é uma forma de
misticismo. Misticismo pressupõe que o conhecimento que é inacessível ao
intelecto possa ser obtido através da contemplação, ou de uma união com
o divino.
[45] A ciência, ao menos para mim, começa com uma ligação espiritual com
a natureza, usando o intelecto como ponte entre essa ligação e a busca
pelo conhecimento. Unindo a atração espiritual pelo desconhecido e o poder
do intelecto, a ciência manifesta de forma única a imersão do homem na
realidade que o cerca.
Fonte: Folha de S. Paulo, 7 set. 14. Disponível em: . Acesso em: 22 mar. 16. (Adaptado.)
Segundo o texto, é correto afirmar que
seduz de forma incontrolável, que cria um querer penetrar sempre mais
profundamente nos mistérios que nos cercam, o que se impõe como
[40] urgência.
Essa espiritualidade natural, como eu a chamo, não é uma forma de
misticismo. Misticismo pressupõe que o conhecimento que é inacessível ao
intelecto possa ser obtido através da contemplação, ou de uma união com
o divino.
[45] A ciência, ao menos para mim, começa com uma ligação espiritual com
a natureza, usando o intelecto como ponte entre essa ligação e a busca
pelo conhecimento. Unindo a atração espiritual pelo desconhecido e o poder
do intelecto, a ciência manifesta de forma única a imersão do homem na
realidade que o cerca.
Fonte: Folha de S. Paulo, 7 set. 14. Disponível em: . Acesso em: 22 mar. 16. (Adaptado.)
Segundo o texto, é correto afirmar que
Essa espiritualidade natural, como eu a chamo, não é uma forma de
misticismo. Misticismo pressupõe que o conhecimento que é inacessível ao
intelecto possa ser obtido através da contemplação, ou de uma união com
o divino.
[45] A ciência, ao menos para mim, começa com uma ligação espiritual com
a natureza, usando o intelecto como ponte entre essa ligação e a busca
pelo conhecimento. Unindo a atração espiritual pelo desconhecido e o poder
do intelecto, a ciência manifesta de forma única a imersão do homem na
realidade que o cerca.
Fonte: Folha de S. Paulo, 7 set. 14. Disponível em: . Acesso em: 22 mar. 16. (Adaptado.)
Segundo o texto, é correto afirmar que
a natureza, usando o intelecto como ponte entre essa ligação e a busca
pelo conhecimento. Unindo a atração espiritual pelo desconhecido e o poder
do intelecto, a ciência manifesta de forma única a imersão do homem na
realidade que o cerca.
Fonte: Folha de S. Paulo, 7 set. 14. Disponível em: . Acesso em: 22 mar. 16. (Adaptado.)
Segundo o texto, é correto afirmar que