Sabe-se que os primeiros registros feitos pelos seres humanos eram marcados em paredes, folhas de palmeiras, tijolos de barro, tábuas de madeira. A primeira inovação foi o papiro, que tinha como matéria-prima uma planta. Depois ele foi substituído pelo pergaminho – feito de pele de animais –, que tinha maior durabilidade e que tornava a escrita mais fácil.
No século II, a partir do córtex de plantas, tecidos velhos e fragmentos de rede de pesca, os chineses inventaram o papel.
de de pesca, os chineses inventaram o papel. Em 1448, Johann Fust, juntamente com Gutenberg, fundou a Werk der Buchei (Fábrica de Livros), onde foi publicada a Bíblia de Gutenberg, livro que tinha 42 linhas. O aumento da oferta de papel e o aprimoramento das técnicas de impressão em larga escala ajudaram a consolidar o livro como veículo de informação e entretenimento.
Em 1971, a tecnologia inovou o mundo da leitura com os e-books, livros digitais que podem ser lidos em vários aparelhos eletrônicos.
Disponível em: <http://blog.render.com.br/diversos/a-evolucao-do-livro/>. Acesso em: 14 fev. 17. (Parcial e adaptado.)
A quarta edição da pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil”, realizada pelo IBOPE por encomenda do Instituto Pró-Livro e divulgada em 2016, revelou que o número de leitores no Brasil aumentou. Em 2011, eles representavam 50% da população; em 2015, 56%. Os resultados mostram que o brasileiro leu, em média, em 2015, 4,96 livros. A média anterior era de 4 por ano. O quadro abaixo mostra o perfil de leitores e não leitores brasileiros por Região, em 2011 e 2015, respectivamente.
Disponível em: <http://prolivro.org.br/home/images/2016/PesquisaRetratosdaLeituranoBrasil_−2015. pdf>. Acesso em: 3 mar. 17. (Parcial e adaptado.)
Perfil de leitores e não leitores por Região
A partir das informações apresentadas, é correto afirmar que a Região