A questão tomam como referência o seguinte texto:
Em seu primeiro dia naquela sala, durante uma aula sobre sons, fonemas e grafemas, com o firme propósito de tornar significativa e relevante a “matéria”, a professora de Língua Portuguesa pergunta aos alunos:
– Vocês sabem por que se usa “m”, e não “n”, antes de “p” e “b” na escrita de m “campo” e “bomba”?
Suspeitando de que a resposta possa ser o silêncio, prepara-se para responder, ela mesma, à pergunta, mas uma das alunas diz, rindo e num tom aparentemente irônico:
– Porque são da mesma família, uai!
– Hã???... Ah! Faz sentido! Mas que “família” é essa?
Agora certamente viria o silêncio... Só que não:
– Mamãe, papai e bebê – diz um garoto, procurando destacar as letras e sons iniciais das três palavras, rindo e provocando risadas de boa parte da sala.
Isso não fazia sentido linguisticamente, mas deveria haver uma explicação... Refletiria sobre ela mais tarde. Para aquela aula, não era relevante.
– Vamos lá: nós escrevemos “m” (e não “n”) antes de “p” e “b” porque nós falamos, “pronunciamos”, assim. “Lei do menor esforço”. E isso, de certo modo, ou figurativamente, tem a ver com a ideia de família que a garota falou.
A aula não parou por aí, é claro...
(Fonte: texto elaborado especificamente para esta prova)
Há, no texto, um enunciado que, embora compatível com a situação comunicativa em que é empregado, pode ser considerado um erro se levarmos em conta o papel social de quem o produz.
Em qual alternativa se identifica esse enunciado?