A independência energética de uma nação depende, em grande medida, da capacidade de o país utilizar adequadamente processos de conversão de um tipo de energia, que ele possui em quantidade, em outro tipo, que ele necessita para consumo. A transformação entre tipos de energia é essencial para se atingir esse fim. Como exemplo, a energia elétrica é transformada em luz e calor pelo fato de filamentos e resistências serem capazes de aumentar a temperatura dos elétrons de forma muito elevada, a ponto de liberarem fótons. Quando a corrente elétrica atravessa um condutor, ocorre a transformação de energia elétrica em energia térmica, fenômeno denominado efeito joule. Nesse caso, a quantidade de calor Q pode ser determinada pela equação Q = i2 RΔt, em que i é a corrente (constante), R é a resistência e Δt é o intervalo de tempo durante o qual a corrente i passa pelo resistor.
Tendo como referência o texto precedente, julgue os itens a seguir.
Considere que uma corrente constante de 2 A tenha sido aplicada em um fio cilíndrico, de comprimento 20 cm e área de seção reta 0,25 cm2, feito de cobre, com resistividade 1,72 × 10−8 Ω·m, densidade 8,96 g/cm3 e calor específico 0,094 cal∙g−1∙ºC−1.
Nesse caso, se o fio estivesse, inicialmente, a 22 °C, então levaria menos de uma hora para ele atingir 80 °C.